Certa vez ouvi a seguinte história: Um sultão poderoso aprisionou um Mago que era capaz de transformar a palha em ouro e exigiu que ensinasse a fazer essa magia senão matá-lo-ia.
O Mago, vítima da circunstância ensinou uma palavra mágica ao Sultão e disse-lhe que se ele segurasse uma palha com a mão e dissesse a palavra mágica, esta se transformaria em ouro. E para demonstrar, pegou pedaço de palha e dizendo a palavra mágica transformou-a em ouro.
O Sultão ficou maravilhado e quis logo fazer a experiência, mas foi advertido pelo Mago: - Quando disser a palavra mágica o senhor nunca deve pensar em crocodilo, senão a magia não funcionará.
O Sultão riu-se do aviso: Ora, pensar em Crocodilo! EU! Um Sultão pensar neste animal nojento! E segurando a palha pronunciou a palavra mágica.
Mas, no momento em que pronunciou veio-lhe a mente a imagem de um crocodilo. Isso espantou-o, afinal ficara anos e anos sem pensar em crocodilo e agora que ia fazer a experiência vinha-lhe à mente à imagem do réptil!
Tentou outra vez, segurou a palha e ia dizer a palavra mágica quando foi interrompido novamente pela imagem do crocodilo. E ele, um Sultão poderoso, descobriu que apesar de todo o poder, era incapaz de controlar sua própria mente a ponto de não pensar num simples crocodilo.
Essa história parece-se muito com a situação de quem deseja parar de pensar, mas não o consegue.
domingo, 5 de junho de 2016
terça-feira, 5 de janeiro de 2016
Como você enxerga dentro de você?
Um viajante ao chegar na cidade pergunta ao sábio:
- Senhor, como é esta cidade?
- Primeiro diga você, jovem viajante, com é a cidade de onde vens? Questiona o sábio.
- A cidade de onde venho é horrível, não tem oportunidades, as pessoas são rudes e não fiz nenhum amigo durante minha estadia nesta cidade, por estes motivos estou atrás de uma cidade diferente, uma cidade que me de oportunidades, onde eu possa ser feliz e realizado.
- Nossa cidade é exatamente igual a cidade de onde você vem! Responde o sábio.
O viajante bastante decepcionado com a resposta do sábio pega sua mochila e vai embora, em busca de uma cidade diferente da cidade de onde vem.
Cerca de duas horas depois chega outro viajante e após ser recepcionado pelo velho sábio, questiona:
- Olá! O senhor que vive a tanto tempo nesta cidade pode me responder. Como é esta cidade?
O sábio então questiona ao segundo viajante:
- Primeiro me diga você, como é a cidade de onde vens?
- A cidade de onde venho é maravilhosa, fiz muitos amigos, tive excelentes oportunidades de emprego e de aprendizado. Estou agora em busca de novos desafios, aprendizados diferentes, novas experiências e novos obstáculos a transpor.
O sábio então responde:
- Nossa cidade é exatamente igual a cidade de onde você vem!
Contente o viajante dirige-se a pousada mais próxima e instala-se na cidade. Perplexo com as situações que acabou de presenciar o neto do velho sábio, que estava junto ao sábio naquela tarde questiona:
- Vovô, o senhor que sempre foi um exemplo de honestidade e integridade, sempre me ensinou a não mentir, mas para um dos dois viajantes o senhor mentiu! Deu a mesma resposta para duas cidades totalmente diferentes.
- Não meu neto, eu não menti. Nossa cidade não é diferente de nenhuma outra cidade, as cidades são todas iguais, com pessoas rudes e pessoas amáveis, com oportunidades e desafios, o que determina se uma cidade é boa ou ruim é a forma como você enxerga ela.
Você carrega sua cidade dentro de você!
- Senhor, como é esta cidade?
- Primeiro diga você, jovem viajante, com é a cidade de onde vens? Questiona o sábio.
- A cidade de onde venho é horrível, não tem oportunidades, as pessoas são rudes e não fiz nenhum amigo durante minha estadia nesta cidade, por estes motivos estou atrás de uma cidade diferente, uma cidade que me de oportunidades, onde eu possa ser feliz e realizado.
- Nossa cidade é exatamente igual a cidade de onde você vem! Responde o sábio.
O viajante bastante decepcionado com a resposta do sábio pega sua mochila e vai embora, em busca de uma cidade diferente da cidade de onde vem.
Cerca de duas horas depois chega outro viajante e após ser recepcionado pelo velho sábio, questiona:
- Olá! O senhor que vive a tanto tempo nesta cidade pode me responder. Como é esta cidade?
O sábio então questiona ao segundo viajante:
- Primeiro me diga você, como é a cidade de onde vens?
- A cidade de onde venho é maravilhosa, fiz muitos amigos, tive excelentes oportunidades de emprego e de aprendizado. Estou agora em busca de novos desafios, aprendizados diferentes, novas experiências e novos obstáculos a transpor.
O sábio então responde:
- Nossa cidade é exatamente igual a cidade de onde você vem!
Contente o viajante dirige-se a pousada mais próxima e instala-se na cidade. Perplexo com as situações que acabou de presenciar o neto do velho sábio, que estava junto ao sábio naquela tarde questiona:
- Vovô, o senhor que sempre foi um exemplo de honestidade e integridade, sempre me ensinou a não mentir, mas para um dos dois viajantes o senhor mentiu! Deu a mesma resposta para duas cidades totalmente diferentes.
- Não meu neto, eu não menti. Nossa cidade não é diferente de nenhuma outra cidade, as cidades são todas iguais, com pessoas rudes e pessoas amáveis, com oportunidades e desafios, o que determina se uma cidade é boa ou ruim é a forma como você enxerga ela.
Você carrega sua cidade dentro de você!
quinta-feira, 31 de dezembro de 2015
O professor e o canoeiro
Certa vez um professor foi visitar um amigo na roça. Para chegar à fazenda dele, era preciso atravessar um rio, mas a ponte tinha sido carregada pela chuva. E agora? Felizmente um barqueiro estava ali perto. Pediu para atravessá-lo para o outro lado, e ele prontamente encostou a barca. Era o Zé pescador. O professor se apresentou e a travessia começou. Enquanto o barqueiro remava, o professor ia perguntando, se havia escola no seu bairro, se ele sabia ler escrever. Ele respondeu que não sabia ler nem escrever. O professor disse:
- Chi! Não sabe ler nem escrever? Já perdeu um pedaço da sua vida.
Após pequena pausa perguntou se sabia Geografia, p.ex., as capitais do Brasil. Meio envergonhado respondeu:
- Nada disso eu sei, professor. Só sei remar e pescar pra sustentar a família.
- Então perdeu mais um pedaço da vida. Lá se foi metade da sua vida.
O Zé pescador não teve tempo de dizer "quá", porque a canoa bateu num tronco de árvore e virou. Que susto! Que tragédia! Os dois foram para o fundo do rio. O canoeiro, que sabia nadar, voltou à tona e agarrou-se na barca. Mas o professor continuava bebendo água. Desta vez foi o canoeiro que gritou para o professor: Sabe nadar, professor? O homem, com a boca cheia d'água, não conseguia responder. O caipira arrematou:
- Então você perdeu não só a metade, mas a vida inteira.
Para refletir: É bom saber leitura, matemática, geografia e todas as ciências do mundo. Mas, faltando Deus, nada disso adianta.
Palavra de Deus: Que vantagem será para o homem, ganhar o mundo todo, perder a sua alma? O que dará em troca da sua vida? (Mc 8,36-37).
segunda-feira, 28 de dezembro de 2015
A Rocha
O aluno perguntou ao Mestre:
- Como faço para me tornar o maior dos guerreiros?
- Vá atrás daquela colina e insulte a rocha que se encontra no meio da planície.
- Mas para que, se ela não vai me responder?
- Então golpeie-a com a tua espada - disse o Mestre
- Mas minha espada se quebrará!
- Então agrida-a com tuas próprias mãos.
- Assim eu vou machucar minhas mãos. E também não foi isso que eu perguntei. O que eu queria saber era como que eu faço para me tornar o maior dos guerreiros.
- O maior dos guerreiros é aquele que é como a rocha, não liga para insultos nem provocações, mas está sempre pronto para desvencilhar qualquer ataque do inimigo - concluiu o Mestre.
domingo, 20 de setembro de 2015
Atenção Plena
Depois de três anos de estudo, o noviço chega à morada do mestre.
Ele entra no cômodo, a cabeça fervilhando de ideias sobre questões complicadas da metafísica budista, preparado para a perguntas que o aguardam no exame.
- Só tenho uma pergunta - diz o mestre com voz grave.
- Estou pronto, mestre - ele responde.
- No caminho de entrada, as flores estavam à esquerda ou à direita do guarda-sol?
O noviço se retira, desconcertado, para mais três anos de estudo.
(autor desconhecido)
Ele entra no cômodo, a cabeça fervilhando de ideias sobre questões complicadas da metafísica budista, preparado para a perguntas que o aguardam no exame.
- Só tenho uma pergunta - diz o mestre com voz grave.
- Estou pronto, mestre - ele responde.
- No caminho de entrada, as flores estavam à esquerda ou à direita do guarda-sol?
O noviço se retira, desconcertado, para mais três anos de estudo.
(autor desconhecido)
terça-feira, 25 de agosto de 2015
O sonho do Rei!
Um Rei sonhou que tinha perdido todos os dentes.
Acordou assustado e mandou chamar um sábio para que interpretasse o sonho.
Que desgraça, senhor! - exclamou o sábio.
Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa majestade!
Mas que insolente, gritou o Rei.
Como se atreve a dizer tal coisa!
E ele chamou os guardas e mandou que lhe dessem cem chicotadas.
Mandou também que chamassem outro sábio,
para interpretar o mesmo sonho.
E o outro sábio disse:
Senhor, uma grande felicidade vos está reservada!!!
O sonho indica que ireis viver mais que todos os vossos parentes!
A fisionomia do Rei iluminou-se e ele mandou dar cem moedas ao sábio.
Quando este saía do palácio um cortesão perguntou:
Como é possível?
A interpretação que você fez foi a mesma do seu colega.
No entanto ele levou chicotadas e você moedas de ouro!
Lembre-se sempre, amigo - respondeu o sábio -
tudo depende da maneira de dizer as coisas.
E esse é um dos grandes desafios da humanidade.
É daí que vem a felicidade ou a desgraça; a paz ou a guerra.
A verdade sempre deve ser dita, não resta a menor dúvida,
mas a forma como ela é dita é que faz toda a diferença.
A verdade deve ser comparada a uma pedra preciosa.
Se a lançarmos no rosto de alguém, pode ferir, provocando revolta.
Mas se a envolvemos numa delicada embalagem
e a oferecermos com ternura, certamente será aceite com facilidade.
(autor desconhecido)
Acordou assustado e mandou chamar um sábio para que interpretasse o sonho.
Que desgraça, senhor! - exclamou o sábio.
Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa majestade!
Mas que insolente, gritou o Rei.
Como se atreve a dizer tal coisa!
E ele chamou os guardas e mandou que lhe dessem cem chicotadas.
Mandou também que chamassem outro sábio,
para interpretar o mesmo sonho.
E o outro sábio disse:
Senhor, uma grande felicidade vos está reservada!!!
O sonho indica que ireis viver mais que todos os vossos parentes!
A fisionomia do Rei iluminou-se e ele mandou dar cem moedas ao sábio.
Quando este saía do palácio um cortesão perguntou:
Como é possível?
A interpretação que você fez foi a mesma do seu colega.
No entanto ele levou chicotadas e você moedas de ouro!
Lembre-se sempre, amigo - respondeu o sábio -
tudo depende da maneira de dizer as coisas.
E esse é um dos grandes desafios da humanidade.
É daí que vem a felicidade ou a desgraça; a paz ou a guerra.
A verdade sempre deve ser dita, não resta a menor dúvida,
mas a forma como ela é dita é que faz toda a diferença.
A verdade deve ser comparada a uma pedra preciosa.
Se a lançarmos no rosto de alguém, pode ferir, provocando revolta.
Mas se a envolvemos numa delicada embalagem
e a oferecermos com ternura, certamente será aceite com facilidade.
(autor desconhecido)
sexta-feira, 7 de agosto de 2015
O Garoto e seus Pregos...
Uma vez havia um garoto que tinha um temperamento muito ruim. O pai desse
garoto lhe deu um saco com pregos e lhe disse que toda vez que ele perdesse sua
paciência, ele deveria martelar este prego atrás da cerca.
No primeiro dia o garoto enfiou 37 pregos na cerca. Em algumas semanas, de
acordo que ele ia aprendendo a controlar seu temperamento, o numero de pregos
martelados por dia reduziu gradativamente.
Ele descobriu que era mais fácil
controlar seu temperamento do que martelar todos aqueles pregos na cerca...
Finalmente chegou o dia em que o garoto não perdeu seu temperamento.
Então ele chegou e disse aquilo ao seu pai, este sugeriu que ele retirasse um
prego por cada dia que ele conseguisse controlar seu temperamento.
Finalmente chegou o dia em que o garoto havia retirado todos os pregos da
cerca. Então seu pai segurou sua mão e levou-o ate a cerca. Seu pai disse,
"Você foi muito bem meu filho, mas olhe os buracos na cerca.
A cerca jamais será a mesma. Quando você diz
coisas com raiva, estas coisas deixam cicatrizes exatamente como estas. Você
pode enfiar uma faca em um homem e retirar. Não vai importar quantas vezes você
peça desculpa, o buraco vai estar lá do mesmo jeito.
Um ferimento verbal e tão
ruim quanto um físico.
Amigos são joias muitíssimo raras. Eles fazem você sorrir e lhe dão apoio para
que você tenha sucesso. “Eles emprestam um ouvido, eles lhe elogiam e tem o
coração sempre aberto para você.”
(autor desconhecido)
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